Espelho, Espaço e Escuta

Não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses. Rubem Alves Espelho: Estamos juntos nessa, no espelho. Espelho, tanto no sentido de que comungamos da mesma humanidade, passando pelo mesmo desafio, quanto no sentido de que estamos diante do espelho, nus. Tendo que olhar pra vida com mais clareza, crueza e com […]

É proibido chorar!

Você se sente à vontade para expressar suas emoções no trabalho? Certa vez, quando ainda trabalhava no mundo corporativo, entrei na sala de um executivo da empresa para uma reunião e perguntei o trivial: – Tudo bem com você? Ele me respondeu com um “sim” hesitante. Insisti: – Está tudo bem mesmo? A pergunta desencadeou […]

PROPÓSITO,<br/> uma construção.

Na recepção gelada, à espera de uma reunião com um cliente, o livro na mesa ao lado me chama atenção. As cores e a palavra Amazônia sequestram meus sentidos e eu começo a folheá-lo.

O JOGO<br/> tem novas regras.

A mudança no futuro da educação corporativa já aconteceu: não falamos mais em Trainning, mas sim em Learning.

A BUILDING 8 e a humanização<br/> da transformação digital

Lembro que há algum tempo – pouco tempo, na verdade –, diante de narizes torcidos, eu tentava convencer os clientes de que as maiores vantagens de uma experiência digital de aprendizagem a distância estavam no fato de a informação chegar mais longe e ao mesmo tempo, com um custo acessível. Parecia simples…

POR QUE<br> transformar as organizações?

Vivemos uma era de profundas e exponenciais mudanças no mundo e em todos os sistemas que o compõem, um deles, as organizações. As soluções lineares e mecanicistas de outrora não mais são suficientes para dar conta de um cenário complexo, ambíguo e incerto que nos clama por novos jeitos de fazer, novos jeitos de ser.

CONSULTORES<br/> como agentes de aprendizagem

“Quem é o outro? É alguém que sabe. E que sabe as coisas que eu não sei” (LEVY, 1998, p. 28). Reconhecer o outro como identidade de saber é legitimar a humanidade que há em mim e no outro. É, portanto, um exercício de dignidade. Essa ideia de Pierre Levy, destacada em seu livro Inteligência Coletiva, permeia cada interação da Building 8.