Esporte

Rafaela Silva

Nos Jogos Olímpicos de 2012, em Londres, Rafaela Silva foi desclassificada por ter feito um movimento ilegal nas oitavas de final, contra a húngara Hedvig Karakas. Então vice-campeã mundial, a judoca carioca que cresceu na Cidade de Deus teve suas redes sociais inundadas de xingamentos racistas. Tinha 20 anos. Enfrentou a depressão, pensou em largar o esporte, ficou três meses sem treinar. Mas resistiu e, no ano seguinte, conquistou o título mundial da categoria até 57 quilos. Em 2016, no Rio, a redenção: pendurou no peito a medalha de ouro olímpica.

Esporte

Rafaela Silva

Nos Jogos Olímpicos de 2012, em Londres, Rafaela Silva foi desclassificada por ter feito um movimento ilegal nas oitavas de final, contra a húngara Hedvig Karakas. Então vice-campeã mundial, a judoca carioca que cresceu na Cidade de Deus teve suas redes sociais inundadas de xingamentos racistas. Tinha 20 anos. Enfrentou a depressão, pensou em largar o esporte, ficou três meses sem treinar. Mas resistiu e, no ano seguinte, conquistou o título mundial da categoria até 57 quilos. Em 2016, no Rio, a redenção: pendurou no peito a medalha de ouro olímpica.

Positividade

Claudio Vieira de Oliveira

Claudio nasceu com artrogripose congênita e, desde sempre, tem a cabeça virada para trás. A garra e a tranquilidade do baiano de Monte Santo impressionam. “Para ser sincero, eu nem percebo quem eu sou. Eu nunca percebi se eu sou uma pessoa portadora de necessidades especiais, deficiente, sei lá. Muita gente me pergunta qual o segredo para isso. Bom, para mim, o segredo é o próprio meio. Se o meio lhe olhar assim (como deficiente), é assim que você se vê. Eu tenho muita popularidade aqui na minha cidade, me comunico bem, nunca fico sozinho. Talvez o segredo seja esse, a compreensão de cada um”.
Sua espontaneidade e sua força fizeram de Claudio um exemplo. Além de dar palestras motivacionais no Brasil e no mundo, ele também virou notícia na imprensa internacional. Embora muita gente se impressione e faça piada, o baiano, formado em Contabilidade, garante não ser vítima de preconceito ou discriminação.

Positividade

Claudio Vieira de Oliveira

Claudio nasceu com artrogripose congênita e, desde sempre, tem a cabeça virada para trás. A garra e a tranquilidade do baiano de Monte Santo impressionam. “Para ser sincero, eu nem percebo quem eu sou. Eu nunca percebi se eu sou uma pessoa portadora de necessidades especiais, deficiente, sei lá. Muita gente me pergunta qual o segredo para isso. Bom, para mim, o segredo é o próprio meio. Se o meio lhe olhar assim (como deficiente), é assim que você se vê. Eu tenho muita popularidade aqui na minha cidade, me comunico bem, nunca fico sozinho. Talvez o segredo seja esse, a compreensão de cada um”.
Sua espontaneidade e sua força fizeram de Claudio um exemplo. Além de dar palestras motivacionais no Brasil e no mundo, ele também virou notícia na imprensa internacional. Embora muita gente se impressione e faça piada, o baiano, formado em Contabilidade, garante não ser vítima de preconceito ou discriminação.

Maternidade

Flávia Cintra

Ferida gravemente em um acidente de carro quando tinha 18 anos, a jornalista Flávia Cintra perdeu os movimentos do pescoço para baixo. Após meses de fisioterapia, no entanto, acabou recuperando o domínio dos braços. Aos poucos foi retomando sua vida e lutou com unhas e dentes para realizar seu grande sonho: ser mãe. “Quando eu estava grávida, muita gente me olhava com espanto na rua, como se fosse um crime uma tetraplégica engravidar,” revelou em uma entrevista concedida recentemente. Hoje, aos 38, repórter do programa Fantástico, da Rede Globo, ela é mãe dos gêmeos Mariana e Mateus. No dia a dia, Flávia, que é separada, acompanha as crianças em várias tarefas, e conta com a ajuda de duas assistentes em atividades que exigem mais mobilidade, como dar banho. “Minha deficiência não interfere no meu papel de mãe, porque ser mãe não é uma condição física.”
Flávia foi uma das principais fontes de inspiração para a criação da modelo Luciana, personagem vivida por Alinne Moraes em Viver a Vida, novela da Rede Globo escrita por Manoel Carlos.

Maternidade

Flávia Cintra

Ferida gravemente em um acidente de carro quando tinha 18 anos, a jornalista Flávia Cintra perdeu os movimentos do pescoço para baixo. Após meses de fisioterapia, no entanto, acabou recuperando o domínio dos braços. Aos poucos foi retomando sua vida e lutou com unhas e dentes para realizar seu grande sonho: ser mãe. “Quando eu estava grávida, muita gente me olhava com espanto na rua, como se fosse um crime uma tetraplégica engravidar,” revelou em uma entrevista concedida recentemente. Hoje, aos 38, repórter do programa Fantástico, da Rede Globo, ela é mãe dos gêmeos Mariana e Mateus. No dia a dia, Flávia, que é separada, acompanha as crianças em várias tarefas, e conta com a ajuda de duas assistentes em atividades que exigem mais mobilidade, como dar banho. “Minha deficiência não interfere no meu papel de mãe, porque ser mãe não é uma condição física.”
Flávia foi uma das principais fontes de inspiração para a criação da modelo Luciana, personagem vivida por Alinne Moraes em Viver a Vida, novela da Rede Globo escrita por Manoel Carlos.

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