Saúde

Taciana Pereira

Da infância simples à Harvard. “Vi na bioengenharia a oportunidade de desenvolver tecnologias que podem salvar vidas” Taciana Pereira, de 24 anos, veio de uma família simples, com mãe professora da rede pública e pai funcionário da rede pública de saúde. Foi jogando bola com o irmão mais velho que se apaixonou pelo esporte e através dele, acabou ganhando uma bolsa-atleta na Escola Internacional de Curitiba do 7º ano até a conclusão do Ensino Médio. “Nessa escola, aprendi a falar inglês e comecei a sonhar com a possibilidade de fazer graduação no exterior. Tirei os diplomas brasileiro, americano, internacional e fui aceita para estudar em Harvard, com bolsa de mais de 90%. O que me trouxe à engenharia de tecidos foi um amor muito grande por matemática e um sentimento de impotência que senti quando vi todos os meus avós morrerem de câncer”, contou. Formada em bioengenharia pela Universidade de Harvard, hoje, a cientista e ativista atua como diretora e pesquisadora de bioengenharia na startup Allevi, da Filadélfia (EUA), empresa que desenvolve soluções em 3D para curar doenças e eliminar a lista de espera de órgãos.

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Taciana Pereira

Da infância simples à Harvard. “Vi na bioengenharia a oportunidade de desenvolver tecnologias que podem salvar vidas” Taciana Pereira, de 24 anos, veio de uma família simples, com mãe professora da rede pública e pai funcionário da rede pública de saúde. Foi jogando bola com o irmão mais velho que se apaixonou pelo esporte e através dele, acabou ganhando uma bolsa-atleta na Escola Internacional de Curitiba do 7º ano até a conclusão do Ensino Médio. “Nessa escola, aprendi a falar inglês e comecei a sonhar com a possibilidade de fazer graduação no exterior. Tirei os diplomas brasileiro, americano, internacional e fui aceita para estudar em Harvard, com bolsa de mais de 90%. O que me trouxe à engenharia de tecidos foi um amor muito grande por matemática e um sentimento de impotência que senti quando vi todos os meus avós morrerem de câncer”, contou. Formada em bioengenharia pela Universidade de Harvard, hoje, a cientista e ativista atua como diretora e pesquisadora de bioengenharia na startup Allevi, da Filadélfia (EUA), empresa que desenvolve soluções em 3D para curar doenças e eliminar a lista de espera de órgãos.

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